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Análise do perfil epidemiológico da coqueluche no município de Maringá e região metropolitana, estado do Paraná (PR), Brasil, no período de 2007 a 2024
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Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico dos casos confirmados de coqueluche na região metropolitana de Maringá entre 2007 a 2024. Métodos: A pesquisa tomou como base os dados do Sistema Nacional de Agravos e Notificações (SINAN) para extrair dados epidemiológicos e estruturar o estudo quantitativo descritivo. Resultados: Foram notificados 222 casos de coqueluche. Crianças menores de 1 ano de idade, sexo feminino, da raça/cor branca são as mais acometidas. Em relação a evolução desses casos, verificou-se que dentre os 222 casos, 214 obtiveram a cura da doença, 2 óbitos foram registrados em 2014 e 6 registros foram considerados em branco/Ign no sistema, tendo o maior índice de subnotificação em 2024. Quanto à distribuição geográfica, dentre os 26 municípios analisados, Maringá teve o maior registro 55,40%. Conclusões: Conclui-se que os achados desta pesquisa estão em consonância com outros estudos nacionais corroborando que a coqueluche é um agravo para a saúde pública, pois evidência o número crescente de confirmações desde 2012 com pico de registro em 2024 com 56 casos. Os resultados sinalizam a importância de refletir sobre as estratégias e ações em saúde pública. Ressalta-se que a coqueluche pode ser evitada por meio da vacinação. A meta estabelecida pelo Ministério da Sáude para a cobertura vacinal da coqueluche é de 95%, porém esse objetivo não foi alcançado. Dito isso, salienta-se a importância de monitorar as taxas de cobertura vacinal para fomentar estratégias de prevenção, diagnóstico precoce e manejo da doença.
Research, Society and Development
Title: Análise do perfil epidemiológico da coqueluche no município de Maringá e região metropolitana, estado do Paraná (PR), Brasil, no período de 2007 a 2024
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Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico dos casos confirmados de coqueluche na região metropolitana de Maringá entre 2007 a 2024.
Métodos: A pesquisa tomou como base os dados do Sistema Nacional de Agravos e Notificações (SINAN) para extrair dados epidemiológicos e estruturar o estudo quantitativo descritivo.
Resultados: Foram notificados 222 casos de coqueluche.
Crianças menores de 1 ano de idade, sexo feminino, da raça/cor branca são as mais acometidas.
Em relação a evolução desses casos, verificou-se que dentre os 222 casos, 214 obtiveram a cura da doença, 2 óbitos foram registrados em 2014 e 6 registros foram considerados em branco/Ign no sistema, tendo o maior índice de subnotificação em 2024.
Quanto à distribuição geográfica, dentre os 26 municípios analisados, Maringá teve o maior registro 55,40%.
Conclusões: Conclui-se que os achados desta pesquisa estão em consonância com outros estudos nacionais corroborando que a coqueluche é um agravo para a saúde pública, pois evidência o número crescente de confirmações desde 2012 com pico de registro em 2024 com 56 casos.
Os resultados sinalizam a importância de refletir sobre as estratégias e ações em saúde pública.
Ressalta-se que a coqueluche pode ser evitada por meio da vacinação.
A meta estabelecida pelo Ministério da Sáude para a cobertura vacinal da coqueluche é de 95%, porém esse objetivo não foi alcançado.
Dito isso, salienta-se a importância de monitorar as taxas de cobertura vacinal para fomentar estratégias de prevenção, diagnóstico precoce e manejo da doença.
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