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INFLUÊNCIA DE DIFERENTES SUBSTRATOS NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DE MUDAS DE PITANGUEIRA
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A pitangueira (Eugenia uniflora L.) é uma espécie arbórea, frutífera, nativa da Mata Atlântica, mas que se adapta a praticamente todos os climas. Sua principal forma de obtenção de mudas para plantios domésticos ocorre satisfatoriamente através de sementes. Atualmente vem sendo cada vez mais utilizada em indústrias medicinais, cosméticas e alimentícias. O estudo objetiva avaliar o desenvolvimento inicial das mudas de pitangueira submetidas a substratos de origem animal e mineral. O desenvolvimento das mudas foi avaliado em diferentes substratos, sendo: T1 (azul) – terra de subsolo e areia 3:1, T2 (amarelo) – terra de subsolo, areia e NPK 3:1 e 400 g de NPK para cada 10 kg de subsolo, T3 (vermelho) – terra de subsolo, areia e esterco de vaca 3:1:1, T4 (rosa) – terra de subsolo, areia e farinha de peixe 3:1:½. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso com 4 tratamentos, 4 repetições por tratamento e 5 plantas por repetição. As variáveis analisadas foram a porcentagem de germinação, o IVE, diâmetro do colo, altura e número de folhas. O estudo evidencia que o esterco de vaca é o mais eficiente no desenvolvimento inicial da pitangueira.
Centro Universitario La Salle - UNILASALLE
Title: INFLUÊNCIA DE DIFERENTES SUBSTRATOS NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DE MUDAS DE PITANGUEIRA
Description:
A pitangueira (Eugenia uniflora L.
) é uma espécie arbórea, frutífera, nativa da Mata Atlântica, mas que se adapta a praticamente todos os climas.
Sua principal forma de obtenção de mudas para plantios domésticos ocorre satisfatoriamente através de sementes.
Atualmente vem sendo cada vez mais utilizada em indústrias medicinais, cosméticas e alimentícias.
O estudo objetiva avaliar o desenvolvimento inicial das mudas de pitangueira submetidas a substratos de origem animal e mineral.
O desenvolvimento das mudas foi avaliado em diferentes substratos, sendo: T1 (azul) – terra de subsolo e areia 3:1, T2 (amarelo) – terra de subsolo, areia e NPK 3:1 e 400 g de NPK para cada 10 kg de subsolo, T3 (vermelho) – terra de subsolo, areia e esterco de vaca 3:1:1, T4 (rosa) – terra de subsolo, areia e farinha de peixe 3:1:½.
O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso com 4 tratamentos, 4 repetições por tratamento e 5 plantas por repetição.
As variáveis analisadas foram a porcentagem de germinação, o IVE, diâmetro do colo, altura e número de folhas.
O estudo evidencia que o esterco de vaca é o mais eficiente no desenvolvimento inicial da pitangueira.
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