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60 anos do golpe de 1964 | Entrevista com Ricardo Antonio Souza Mendes

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Ricardo Antonio de Souza Mendes, professor na UERJ, analisa as discussões em torno dos 60 anos do golpe de 1964 e o contexto atual que estimula o entendimento das direitas latino-americanas. Ele observa que o século XXI trouxe um aumento significativo na pesquisa sobre as direitas, revelando a diversidade dentro desse espectro político. Mendes destaca a importância de reconhecer que as vozes sobre a ditadura se diversificaram, incluindo grupos antes marginalizados, e critica a visão dicotômica que caracteriza o conflito entre Estado e sociedade. Além disso, aponta para a relevância do papel das empresas na repressão durante a ditadura, sublinhando a cumplicidade do empresariado nas violações de direitos humanos. Ele também menciona o fenômeno do negacionismo, que se intensificou sob o governo Bolsonaro, exigindo que historiadores revisitem e questionem temas consolidados da história. Mendes enfatiza a necessidade de entender as direitas como um fenômeno complexo e não reduzido a simples categorias, e ressalta a mobilização social dos setores conservadores em contextos de polarização política, além do debate sobre a nomenclatura da ditadura, que pode ser classificada como civil-militar, refletindo a influência de diversos atores.
Universidade de Estado do Rio de Janeiro
Title: 60 anos do golpe de 1964 | Entrevista com Ricardo Antonio Souza Mendes
Description:
Ricardo Antonio de Souza Mendes, professor na UERJ, analisa as discussões em torno dos 60 anos do golpe de 1964 e o contexto atual que estimula o entendimento das direitas latino-americanas.
Ele observa que o século XXI trouxe um aumento significativo na pesquisa sobre as direitas, revelando a diversidade dentro desse espectro político.
Mendes destaca a importância de reconhecer que as vozes sobre a ditadura se diversificaram, incluindo grupos antes marginalizados, e critica a visão dicotômica que caracteriza o conflito entre Estado e sociedade.
Além disso, aponta para a relevância do papel das empresas na repressão durante a ditadura, sublinhando a cumplicidade do empresariado nas violações de direitos humanos.
Ele também menciona o fenômeno do negacionismo, que se intensificou sob o governo Bolsonaro, exigindo que historiadores revisitem e questionem temas consolidados da história.
Mendes enfatiza a necessidade de entender as direitas como um fenômeno complexo e não reduzido a simples categorias, e ressalta a mobilização social dos setores conservadores em contextos de polarização política, além do debate sobre a nomenclatura da ditadura, que pode ser classificada como civil-militar, refletindo a influência de diversos atores.

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