Javascript must be enabled to continue!
NEUROCIÊNCIA E APRENDIZAGEM: O CÉREBRO COMO BASE DO ATO DE APRENDER
View through CrossRef
A aprendizagem escolar envolve processos biológicos e cognitivos, mas também se constrói nas interações, nas práticas sociais e nas experiências vividas em sala de aula. Nas últimas décadas, estudos da neurociência têm mostrado que aprender implica reorganizações no sistema nervoso central, especialmente na formação e no fortalecimento de conexões sinápticas que sustentam a consolidação do conhecimento. Pantano e Zorzi (2009) destacam que o cérebro integra estímulos do ambiente, seleciona informações relevantes e transforma experiências em redes neurais que permitem novas aquisições cognitivas. Assim, compreender mecanismos como atenção, memória e emoção pode contribuir para práticas pedagógicas coerentes com o funcionamento humano, desde que essa aproximação não seja interpretada como uma fórmula automática para o ensino. Bartoszeck alerta para o risco de neuromitos[1] e de leituras simplificadoras, vale lembrar que o conhecimento neurocientífico precisa ser articulado criticamente às teorias educacionais e às condições concretas da escola. Na prática docente, isso significa reconhecer que aprender não é apenas repetir conteúdos, mas envolver atenção, motivação e experiências significativas. Assim, este capítulo discute contribuições da neurociência para o campo educacional e enfatiza que aprender não se reduz à memorização de conteúdos, mas envolve processos de significação, motivação e participação. Ao dialogar com fundamentos teóricos e implicações pedagógicas, busca-se ampliar a reflexão docente sobre como organizar experiências de ensino consistentes, respeita ritmos, trajetórias e modos diversos de aprender.
Seven Editora
Meirydianne Chrystina de Almeida Santos Silva
João Vieira da Silva Junior
Camilly Victória Santos Silva
José Maria Alves Almeida
Francisca Rairane Meireles Silva
Francisco Wemerson Madeira da Silva
Joice Marisa Görgen JunqueiraJoice Marisa Görgen Junqueira
Iara Maria Dias Mesquita
Marcus Vinícius da Silva
Karla Patrícia da Cunha Lima
Title: NEUROCIÊNCIA E APRENDIZAGEM: O CÉREBRO COMO BASE DO ATO DE APRENDER
Description:
A aprendizagem escolar envolve processos biológicos e cognitivos, mas também se constrói nas interações, nas práticas sociais e nas experiências vividas em sala de aula.
Nas últimas décadas, estudos da neurociência têm mostrado que aprender implica reorganizações no sistema nervoso central, especialmente na formação e no fortalecimento de conexões sinápticas que sustentam a consolidação do conhecimento.
Pantano e Zorzi (2009) destacam que o cérebro integra estímulos do ambiente, seleciona informações relevantes e transforma experiências em redes neurais que permitem novas aquisições cognitivas.
Assim, compreender mecanismos como atenção, memória e emoção pode contribuir para práticas pedagógicas coerentes com o funcionamento humano, desde que essa aproximação não seja interpretada como uma fórmula automática para o ensino.
Bartoszeck alerta para o risco de neuromitos[1] e de leituras simplificadoras, vale lembrar que o conhecimento neurocientífico precisa ser articulado criticamente às teorias educacionais e às condições concretas da escola.
Na prática docente, isso significa reconhecer que aprender não é apenas repetir conteúdos, mas envolver atenção, motivação e experiências significativas.
Assim, este capítulo discute contribuições da neurociência para o campo educacional e enfatiza que aprender não se reduz à memorização de conteúdos, mas envolve processos de significação, motivação e participação.
Ao dialogar com fundamentos teóricos e implicações pedagógicas, busca-se ampliar a reflexão docente sobre como organizar experiências de ensino consistentes, respeita ritmos, trajetórias e modos diversos de aprender.
Related Results
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação em educação
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação em educação
Cipriano Luckesi é filósofo, professor aposentado, pesquisador e conferencista na área educacional. Com uma vasta experiência na docência e na pesquisa científica, o professor é co...
Neurociencia aplicada al proceso de aprendizaje
Neurociencia aplicada al proceso de aprendizaje
La neurociencia puede cambiar por completo la forma en que entendemos la educación, ya que ofrece nuevas maneras de estudiar cómo aprendemos y cómo se desarrolla nuestro cerebro. E...
Metodologias Ativas Aplicadas à Educação Inovadora
Metodologias Ativas Aplicadas à Educação Inovadora
Com enorme gratidão, apresentamos a obra Metodologias Ativas Aplicadas à Educação Inovadora, fruto de um trabalho de pesquisa e seus desdobramentos ao longo de cinco anos da Profa....
OS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS
OS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS
I. Organização do funcionalismo municipal1. A Autonomia dos Municípios e a organização de seu funcionalismo — A Constituição Federal assegura, aos Municípios, a autonomia de autogo...
Planes Cerebrales Perfectos
Planes Cerebrales Perfectos
El 14 de Febrero del 2017, se publicaba en la revista Cell Reports el artículo: Rapid Automatic Motor Encoding of Competing Reach Options. En dicho estudio se mostraba cómo, ante d...
NEUROCIÊNCIA HEDÔNICA E O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
NEUROCIÊNCIA HEDÔNICA E O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
O foco da presente pesquisa está pautado no estudo da Neurociência Hedônica e sua relevância no processo de ensino aprendizagem. Neste sentindo, o trabalho foi conduzido pelo objet...
Novedades sobre el enterramiento femenino de la Primera Edad del Hierro de Casa del Carpio (Belvís de la Jara, Toledo)
Novedades sobre el enterramiento femenino de la Primera Edad del Hierro de Casa del Carpio (Belvís de la Jara, Toledo)
Las características de la ubicación de la tumba de Casa del Carpio (Belvís de la Jara, Toledo), las circunstancias de su documentación, y lo excepcional del ajuar documentado han c...
Abstract 1601: Potentiation of arsenic trioxide in glioblastoma
Abstract 1601: Potentiation of arsenic trioxide in glioblastoma
Abstract
Glioblastoma (GBM) is the most prevalent type of malignant tumor within the central nervous system. Possessing a five-year survival rate of 6.8%, new therap...

