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A brincadeira da criança com autismo: apontamentos para as práticas educativas e inclusão

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O brincar faz parte da vida de qualquer criança. É brincando que ela inicia, desde a mais tenra idade, sua interação com o mundo, estabelecendo formas de comunicação, relacionamento e experimentação. O brincar é atividade constante, que estimula o aprendizado e a apreensão de valores culturais e sociais. A criança não se limita à imitação do mundo adulto, elas reinventam a todo tempo, um novo mundo. Esse mundo tem um pouco do que recebe de informação e um pouco dela mesma e de seus gostos e paixões próprias. O brincar não tem idade, não tem fronteiras e nem espaço para preconceito e discriminação. Os brinquedos e as brincadeiras devem ser universais, inclusivos e sempre permitir a participação de quem quiser brincar ou quiser auxiliar na realização das brincadeiras. Não há fórmula mágica para nenhuma criança com ou sem deficiência/autismo aprender. O que deve existir é respeito às potencialidades de cada uma, com a oferta de recursos e apoios adequados. Presenciar o desenvolvimento de uma criança vale cada esforço dispensado, pois acreditamos que a criança aprende, e aprende melhor brincando. Os organizadores
Encontrografia Editora
Title: A brincadeira da criança com autismo: apontamentos para as práticas educativas e inclusão
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O brincar faz parte da vida de qualquer criança.
É brincando que ela inicia, desde a mais tenra idade, sua interação com o mundo, estabelecendo formas de comunicação, relacionamento e experimentação.
O brincar é atividade constante, que estimula o aprendizado e a apreensão de valores culturais e sociais.
A criança não se limita à imitação do mundo adulto, elas reinventam a todo tempo, um novo mundo.
Esse mundo tem um pouco do que recebe de informação e um pouco dela mesma e de seus gostos e paixões próprias.
O brincar não tem idade, não tem fronteiras e nem espaço para preconceito e discriminação.
Os brinquedos e as brincadeiras devem ser universais, inclusivos e sempre permitir a participação de quem quiser brincar ou quiser auxiliar na realização das brincadeiras.
Não há fórmula mágica para nenhuma criança com ou sem deficiência/autismo aprender.
O que deve existir é respeito às potencialidades de cada uma, com a oferta de recursos e apoios adequados.
Presenciar o desenvolvimento de uma criança vale cada esforço dispensado, pois acreditamos que a criança aprende, e aprende melhor brincando.
Os organizadores.

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