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PATOGENICIDADE DE BACILLUS THURINGIENSIS (BERLINER, 1909) EM LAGARTAS DE URBANUS ACAWOIOS (WILLIAMS, 1926) (LEPIDOPTERA, HESPERIIDAE)
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RESUMO Clitoria fairchildiana Howard (Leguminosae, Papilionidae) usada na arborização urbana e em estradas são desfolhadas periodicamente por lagartas de Urbanus acawoios (Lepidoptera: Hesperiidae) em surtos ocasionais. Testou-se a patogenicidade de Bacillus thuringiensis, var. Kurstaki, em formulação pó molhável, cujas dosagens foram 0, 250, 750 e 1.500 g/ha. O produto foi pulverizado sobre as folhas de sombreiro e oferecidas às lagartas. Utilizou-se 10 lagartas de terceiro e 10 lagartas de quinto ínstares por dosagem em 4 repetições, mantidos em temperatura ambiente. Registraram-se alterações morfológicas e comportamentais do inseto e, a cada 12 horas, a mortalidade. Os sinais de susceptibilidade foram notados 10 horas após a ingestão do alimento contaminado. Observou-se perda do apetite, abandono do alimento, diminuição dos movimentos até paralisação, flacidez e perda de agilidade larval. A coloração do tegumento mudou e as consistências dos excrementos apresentaram-se aquosas (diarréia). As primeiras mortes foram registradas 12 horas após a ingestão do alimento. Para lagartas de terceiro e quinto ínstares recomenda-se 750 e 250 g/ha, respectivamente, não diferindo da maior dosagem (1.500 g/ha). B. thuringiensis foi eficaz no controle de lagartas de U. acawoios.
Title: PATOGENICIDADE DE BACILLUS THURINGIENSIS (BERLINER, 1909) EM LAGARTAS DE URBANUS ACAWOIOS (WILLIAMS, 1926) (LEPIDOPTERA, HESPERIIDAE)
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RESUMO Clitoria fairchildiana Howard (Leguminosae, Papilionidae) usada na arborização urbana e em estradas são desfolhadas periodicamente por lagartas de Urbanus acawoios (Lepidoptera: Hesperiidae) em surtos ocasionais.
Testou-se a patogenicidade de Bacillus thuringiensis, var.
Kurstaki, em formulação pó molhável, cujas dosagens foram 0, 250, 750 e 1.
500 g/ha.
O produto foi pulverizado sobre as folhas de sombreiro e oferecidas às lagartas.
Utilizou-se 10 lagartas de terceiro e 10 lagartas de quinto ínstares por dosagem em 4 repetições, mantidos em temperatura ambiente.
Registraram-se alterações morfológicas e comportamentais do inseto e, a cada 12 horas, a mortalidade.
Os sinais de susceptibilidade foram notados 10 horas após a ingestão do alimento contaminado.
Observou-se perda do apetite, abandono do alimento, diminuição dos movimentos até paralisação, flacidez e perda de agilidade larval.
A coloração do tegumento mudou e as consistências dos excrementos apresentaram-se aquosas (diarréia).
As primeiras mortes foram registradas 12 horas após a ingestão do alimento.
Para lagartas de terceiro e quinto ínstares recomenda-se 750 e 250 g/ha, respectivamente, não diferindo da maior dosagem (1.
500 g/ha).
B.
thuringiensis foi eficaz no controle de lagartas de U.
acawoios.
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