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Micropropagação de violeta africana
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<p>Na micropropagação são empregados meios nutritivos que fornecem ao propágulo as substâncias essenciais para o crescimento. Entre os componentes dos meios nutritivos está o grupo de fitorreguladores. Na micropropagação da violeta africana (<em>Saintpaulia</em> <em>ionantha</em> Wendl.) foi constatado que existe uma gama de protocolos já dsenvolvidos, no que diz respeito ao uso de fitorreguladores. O objetivo deste trabalho foi de estabelecer qual o protocolo que mais plântulas produzem bem como o maior acúmulo de matéria seca , a partir de explantes de folha, até a fase de aclimatização das plântulas. Os meios se diferenciaram pela fonte e concentração de citocinina e auxina, ou seja: meio <strong>A</strong>: cinetina (0,2 mg.L-1) e ácido naftaleno-acético (0,2 mg.L-1); meio <strong>B</strong>: -benzilaminipurina (0,5 mg.L-1) e ácido naftaleno-acético (0,1 mg.L-1); meio <strong>C</strong>: sem fitorreguladores; <strong>D</strong>: 6-benzilaminopurina (0,5 mg.L-1); meio <strong>E</strong>: 6-benzilaminopurina (0,05 mg.L-1) e ácido naftaleno-acético (0,1 mg.L-1); meio <strong>F</strong>: 6- benzilaminopurina(0,08 mg.L-1) e ácido indol-acético (2,0 mg.L-1). Em decorrência, tendo em vista as variáveis estudadas, o experimento constou de onze tratamentos com diferentes concentrações e fontes de fitorreguladores para as três etapas. Nas primeira etapa (estabelecimento), visando à indução das brotações, é necessário incluir fitorreguladores no meio de cultura (auxina e citocinina), sendo que o meio nutritivo <strong>A</strong> se mostrou mais eficiente que os demais. Para a segunda etapa (multiplicação), os explantes do meio nutritivo que continha cinetina e ácido naftaleno-acético (primeira fase) e que foram transferidos para o meio D, foram os que mostraram desenvolvimento uniforme das brotações e produziram o maior número de brotações viáveis por explante. Para a terceira etapa (enraizamento), as brotações vindas dos meios B>E e que foram enraizadas no meio F, apresentaram as maiores taxas de incremento de matéria seca na parte aérea e nas raízes, sendo o meio mais indicado para a micropropagação da violeta africana.</p>
Title: Micropropagação de violeta africana
Description:
<p>Na micropropagação são empregados meios nutritivos que fornecem ao propágulo as substâncias essenciais para o crescimento.
Entre os componentes dos meios nutritivos está o grupo de fitorreguladores.
Na micropropagação da violeta africana (<em>Saintpaulia</em> <em>ionantha</em> Wendl.
) foi constatado que existe uma gama de protocolos já dsenvolvidos, no que diz respeito ao uso de fitorreguladores.
O objetivo deste trabalho foi de estabelecer qual o protocolo que mais plântulas produzem bem como o maior acúmulo de matéria seca , a partir de explantes de folha, até a fase de aclimatização das plântulas.
Os meios se diferenciaram pela fonte e concentração de citocinina e auxina, ou seja: meio <strong>A</strong>: cinetina (0,2 mg.
L-1) e ácido naftaleno-acético (0,2 mg.
L-1); meio <strong>B</strong>: -benzilaminipurina (0,5 mg.
L-1) e ácido naftaleno-acético (0,1 mg.
L-1); meio <strong>C</strong>: sem fitorreguladores; <strong>D</strong>: 6-benzilaminopurina (0,5 mg.
L-1); meio <strong>E</strong>: 6-benzilaminopurina (0,05 mg.
L-1) e ácido naftaleno-acético (0,1 mg.
L-1); meio <strong>F</strong>: 6- benzilaminopurina(0,08 mg.
L-1) e ácido indol-acético (2,0 mg.
L-1).
Em decorrência, tendo em vista as variáveis estudadas, o experimento constou de onze tratamentos com diferentes concentrações e fontes de fitorreguladores para as três etapas.
Nas primeira etapa (estabelecimento), visando à indução das brotações, é necessário incluir fitorreguladores no meio de cultura (auxina e citocinina), sendo que o meio nutritivo <strong>A</strong> se mostrou mais eficiente que os demais.
Para a segunda etapa (multiplicação), os explantes do meio nutritivo que continha cinetina e ácido naftaleno-acético (primeira fase) e que foram transferidos para o meio D, foram os que mostraram desenvolvimento uniforme das brotações e produziram o maior número de brotações viáveis por explante.
Para a terceira etapa (enraizamento), as brotações vindas dos meios B>E e que foram enraizadas no meio F, apresentaram as maiores taxas de incremento de matéria seca na parte aérea e nas raízes, sendo o meio mais indicado para a micropropagação da violeta africana.
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