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CAPTAÇÃO E ARMAZENAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA COMO TECNOLOGIA DE CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO

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Introdução: O Brasil possui uma das melhores reservas de água doce do mundo. No entanto, assim como muitos outros recursos, sua distribuição é irregular em função das características climáticas e de sua geografia. Por causa disto, muitos pesquisadores buscam soluções para esse problema, como por exemplo construir obras hídricas que auxiliem a agricultura familiar em seu desenvolvimento. Objetivos: O objetivo deste trabalho é descrever as vantagens ou desvantagens das principais tecnologias sociais de convivência com o semiárido, além de discutir as potencialidades, os métodos construtivos, os benefícios e as limitações das estruturas tecnológicas erguidas. Material e Métodos: Como procedimento metodológico, foi elaborado um estudo de revisão bibliográfica, analisados registros fotográficos e relatos de agricultores e técnicos de assistência técnica e extensão rural no primeiro semestre de 2018. Os dados foram analisados e interpretados usando o método de pesquisa descritiva. Resultados: Ao longo do tempo, houve 3 delimitações territoriais do semiárido brasileiro, sendo, em 2005, estabelecida a última destas decisões, constituindo-se de 1.031 municípios. A região apresenta variação na precipitação devido a fatores climáticos e geográficos. Importante parte da população do semiárido vive no campo e pratica ardentemente a agricultura, que já é limitada pela escassez de água. As técnicas de captação e armazenamento de água de chuva no semiárido datam de anos anteriores e em 2003 foram objeto de políticas públicas. As estruturas erguidas são: cisternas familiares de 16.000 L, que servem para disponibilizar água potável e de uso doméstico; cisternas calçadões de 56.000 L, que servem tanto para o uso doméstico como para as práticas agrícolas; e barragens subterrâneas, que são utilizadas na pecuária. Conclusão: A pesquisa conclui que as características de adaptabilidade ao meio ambiente, facilidade de replicação e baixos custos de implantação e manutenção são essenciais para estabelecer a viabilidade e funcionalidade das tecnologias sociais. No semiárido, as tecnologias de captação e armazenamento da água da chuva são uma das melhores estratégias. Também promovem a segurança alimentar e nutricional e contribuem para a erradicação da extrema pobreza.
Title: CAPTAÇÃO E ARMAZENAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA COMO TECNOLOGIA DE CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO
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Introdução: O Brasil possui uma das melhores reservas de água doce do mundo.
No entanto, assim como muitos outros recursos, sua distribuição é irregular em função das características climáticas e de sua geografia.
Por causa disto, muitos pesquisadores buscam soluções para esse problema, como por exemplo construir obras hídricas que auxiliem a agricultura familiar em seu desenvolvimento.
Objetivos: O objetivo deste trabalho é descrever as vantagens ou desvantagens das principais tecnologias sociais de convivência com o semiárido, além de discutir as potencialidades, os métodos construtivos, os benefícios e as limitações das estruturas tecnológicas erguidas.
Material e Métodos: Como procedimento metodológico, foi elaborado um estudo de revisão bibliográfica, analisados registros fotográficos e relatos de agricultores e técnicos de assistência técnica e extensão rural no primeiro semestre de 2018.
Os dados foram analisados e interpretados usando o método de pesquisa descritiva.
Resultados: Ao longo do tempo, houve 3 delimitações territoriais do semiárido brasileiro, sendo, em 2005, estabelecida a última destas decisões, constituindo-se de 1.
031 municípios.
A região apresenta variação na precipitação devido a fatores climáticos e geográficos.
Importante parte da população do semiárido vive no campo e pratica ardentemente a agricultura, que já é limitada pela escassez de água.
As técnicas de captação e armazenamento de água de chuva no semiárido datam de anos anteriores e em 2003 foram objeto de políticas públicas.
As estruturas erguidas são: cisternas familiares de 16.
000 L, que servem para disponibilizar água potável e de uso doméstico; cisternas calçadões de 56.
000 L, que servem tanto para o uso doméstico como para as práticas agrícolas; e barragens subterrâneas, que são utilizadas na pecuária.
Conclusão: A pesquisa conclui que as características de adaptabilidade ao meio ambiente, facilidade de replicação e baixos custos de implantação e manutenção são essenciais para estabelecer a viabilidade e funcionalidade das tecnologias sociais.
No semiárido, as tecnologias de captação e armazenamento da água da chuva são uma das melhores estratégias.
Também promovem a segurança alimentar e nutricional e contribuem para a erradicação da extrema pobreza.

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